sexta-feira, 17 de junho de 2011
Amor de índio.
Tudo o que move é sagrado e remove as montanhas com todo cuidado, meu amor, enquanto a chama arder, todo dia te ver passar, tudo viver ao teu lado, com o arco da promessa do azul pintado, pra durar. A abelha fazendo o mel, vale o tempo que não voou, a estrela caiu do céu, o pedido que se pensou, o destino que se cumpriu: De sentir seu calor e ser todo. Todo dia é de viver, para ser o que for e ser tudo. Sim, todo amor é sagrado e o fruto do trabalho, é mais que sagrado, meu amor. A massa que faz o pão, vale a luz do teu suor, lembra que o sono é sagrado e alimenta de horizontes o tempo acordado, de viver. No inverno te proteger, no verão sair pra pescar, no outono te conhecer, primavera poder gostar, no estio me derreter, pra na chuva alcançar e andar junto. O destino que se cumpriu: De sentir seu calor e ser todo.
terça-feira, 14 de junho de 2011
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Do Rio de Janeiro, hoje já é dia oito do seis, queria te escrever uma carta em cada mês, mas ando sem tempo e você, sempre com pressa. Falar sobre a minha vida já não interessa. Como você está? Já não existe mais nada que eu precise te contar, mesmo que tenha acontecido muito, nada disso tem a ver com você. Eu cresci uns dois ou três centímetros desde a última vez que nos vimos. Joguei pro alto, te deixei ir, mas bem que poderia voltar e ficar um tempo por aqui. Quero voltar a ser eu, um eu meu, que só você conheceu. Me promete que um dia desses vai voltar só pra me ver? Até lá, adeus, se cuida.
"De quem vive por você".
"De quem vive por você".
terça-feira, 7 de junho de 2011
domingo, 5 de junho de 2011
Uma vez alguém me disse: Peça desculpas. E eu perguntei por quê, já que a gente sempre acha que foi o outro que errou. E ele me disse uma coisa que eu nunca mais vou esquecer: Não quero saber quem errou, se você se importa com a pessoa e acha que vale a pena, peça desculpas para não perdê-la, por orgulho.
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