Do Rio de Janeiro, hoje já é dia oito do seis, queria te escrever uma carta em cada mês, mas ando sem tempo e você, sempre com pressa. Falar sobre a minha vida já não interessa. Como você está? Já não existe mais nada que eu precise te contar, mesmo que tenha acontecido muito, nada disso tem a ver com você. Eu cresci uns dois ou três centímetros desde a última vez que nos vimos. Joguei pro alto, te deixei ir, mas bem que poderia voltar e ficar um tempo por aqui. Quero voltar a ser eu, um eu meu, que só você conheceu. Me promete que um dia desses vai voltar só pra me ver? Até lá, adeus, se cuida.
"De quem vive por você".
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