sexta-feira, 17 de junho de 2011

Amor de índio.

Tudo o que move é sagrado e remove as montanhas com todo cuidado, meu amor, enquanto a chama arder, todo dia te ver passar, tudo viver ao teu lado, com o arco da promessa do azul pintado, pra durar. A abelha fazendo o mel, vale o tempo que não voou, a estrela caiu do céu, o pedido que se pensou, o destino que se cumpriu: De sentir seu calor e ser todo. Todo dia é de viver, para ser o que for e ser tudo. Sim, todo amor é sagrado e o fruto do trabalho, é mais que sagrado, meu amor. A massa que faz o pão, vale a luz do teu suor, lembra que o sono é sagrado e alimenta de horizontes o tempo acordado, de viver. No inverno te proteger, no verão sair pra pescar, no outono te conhecer, primavera poder gostar, no estio me derreter, pra na chuva alcançar e andar junto. O destino que se cumpriu: De sentir seu calor e ser todo. 

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