segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Independência.
Por mais que eu esteja longe, distante, com a cabeça fora daqui, estou perto, vejo todos os dias as mesma pessoas inúteis, nenhuma delas tem mais nada a me acrescentar, sem exceções. Preciso do meu tempo, de gente nova, preciso conversar, me distrair e depois deixar que tudo aconteça de novo. Agora, sinto que não vai demorar muito e eu vou sumir daqui, morar sozinha, ter minha vida, é o que eu mais quero, independência.
Revolução.
Definição segundo o Dicionário Houaiss: "...Grande transformação, mudança sensível de qualquer natureza, seja de modo progressivo, contínuo, seja de maneira repentina"; "movimento de revolta contra um poder estabelecido, e que visa promover mudanças profundas nas instituições políticas, econômicas, culturais e morais".
Como se define fazer revolução?
De maneira clara, revolução não se entende, se faz, mesmo que sem querer. É costume das pessoas se classificar pior que outras, afinal não se pode ser bom em tudo. Mesmo que você só tenha um talento, seja bom em apenas uma coisa, seja o melhor, não importa em que. Precisa se destacar entre os outros. Faça sua revolução, sem precisar ser um gênio, mude, revolucione. Isso basta e se não bastar, tente de novo.
Presente.
Desde pequenos ganhamos presentes no Natal e está aí, fim de ano, Natal de novo. Ganhei um presente diferente esse ano, tem mais valor sentimental do que qualquer outro e não importa o quanto eu brinque e use, não acaba, não desgasta, meu melhor presente. Veio sem embrulho, veio direto pra mim, ninguém mais viu. Mas o ano acaba, o Natal passa, a gente cresce e no fim, sempre enjoamos dos brinquedinhos que ganhamos, você foi meu melhor brinquedinho, foi um diferencial entre tantos outros, no começo, como todos são e parecem ser para sempre, mas você acabou sendo mais um presente guardado no armário, lá em cima. Aquele que eu já enjoei de brincar e já sei tudo que faz, tornou-se mais um, sorte que eu não sei doar minhas coisas.
domingo, 19 de dezembro de 2010
Medo
Hoje eu descobri qual o nosso problema. No começo, o seu problema era eu e meu problema era você. Tem coisas que a gente sabe que vai acontecer, mais cedo ou mais tarde, pro bem de todo mundo, mas não pro seu bem, nem pro meu. Imagine quando as pessoas estão certas de ficarem juntas, a família toda empurrando para frente e o resto do mundo colocando suas espectativas nisso. Agora imagine quando aparece alguém, de repente e faz seus planos mudarem. Então, nosso problema é medo. Medo de jogar tudo pro alto para ir atrás do incerto, nós dois sabemos que não podemos gostar um do outro, eu não gosto de ninguém, é assim que tem que ser. Mas você é meu medo, porque em alguns segundos já mudou meus planos e meu modo de pensar, imagino o que poderá fazer em alguns dias. E eu nunca precisei me preocupar com isso, até te conhecer. Eu não queria nada mais, não pensei que fosse tão longe, por isso ainda tenho medo.
Ele.
Às vezes questiono meus atos, meu modo de pensar e tudo que tenho feito. Quase nunca é errado, mas algumas vezes é, como hoje, ontem, não sei. As pessoas precisam de demonstrações, de provas e de menos palavras. Nunca vou saber demonstrar do jeito que espera, mas foi tão bom pra mim quanto pra você. Nunca escrevi sobre alguém um dia depois, você se tornou uma exceção. E eu quero que saiba, mas não agora. =)
domingo, 12 de dezembro de 2010
Perder = ganhar.
Queria ter o poder de te fazer voltar, de saber se daqui a alguns dias você ainda vai se lembrar. Como não posso mais te sentir por perto? Imagino como será daqui a algum tempo, sua vida, sem mim. Ainda assim, queria saber como vai estar, só pra saber se está tudo indo bem, se correu como o planejado, se deu tudo certo. Mesmo com a distância incontável, eu continuo aqui, escrevendo sobre você, por que? Porque às vezes, perde é ganhar e acho que saímos ganhando.
Acabou.
Espero que você nunca se arrependa e que a gente não tente de novo, só estamos acabando com tudo aos poucos. Acho que todas as nossas tentativas foram em vão, inclusive essa de encontrar palavras, podia não ter sido isso, mas foi melhor, bom que terminamos com tudo esse ano, já podemos ir, lembra do combinado? Até o final do ano. Podia só dizer alguma coisa, que ela seja engraçada, irônica ou mentira, mas podia dizer. Só não diga o que eu te disse, a hora passou e além do mais eu estou viva, mesmo que tenha nos deixado morrer. Fim.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Exceção.
O demaquilante já não era necessário, as lágrimas pelo seu rosto acabariam com toda a arte, na tentativa de aumentar sua idade ou até mesmo se diferenciar entre as demais. Um trabalho de horas em frente o espelho tentando parecer alguém que não era. Como ninguém percebeu isso? Seus pais nunca estavam em casa. Nem toda história segue as regras. Sem início, meio e fim. Sem sentido.
Assinar:
Postagens (Atom)